Tags: ciclofemini, claudia franco, eternidade, existência, paciência, perecível, tolerancia Compartilhe! Compartilhar este conteúdo Abre em uma nova janela Facebook Abre em uma nova janela Pinterest Abre em uma nova janela LinkedIn Abre em uma nova janela WhatsApp Leia mais artigos Post anteriorOs mares também morrem – por Claudio Angelo Próximo postCiclismo para iniciantes – por Claudia Franco Você também pode gostar Ciclofemini no Jornal da CNT 4 de setembro de 2012 Experimente a Paz 22 de maio de 2012 E agora? Roubaram a minha Magrela! – por Claudia Franco 28 de novembro de 2012